Sabe aquelas noites em que sonhamos mais que uma vez, sonhos muitas vezes distintos um do outro? Pois é, esta foi uma noite.
O primeiro, talvez o mais curioso, estranho. Estrioso ou curitranho. Vejo-me apenas caminhando entre corpos, muitos dilacerados, estribuchados, muita cor vermelha. Sei que resultou de um acidente de avião que recém tinha caído. Mas não se preucupem, nem façam cara de nojo. No sonho era pouco impactante então, não vejo motivos para vômitos espontâneos.
O segundo, talvez o mais curioso, estranho. Estrioso ou curitranho. Sei, já disse isso, mas nem por isso o sonho deixa de ser tanto quanto foi o primeiro. Ou até mais. Olha só, de elenco Glória Pires, e devo admitir que no sonho estava tudo em cima. No sonho. Era uma mulher daquelas modernas, pau pra toda obra, sabe? Digo isso pois ela era uma mulher de negócios, sempre ligadona. Pra cima e pra baixo a toda hora, e só a via caminhando e falando com o pessoal. Não necessariamente nesta mesma ordem... Melina também estava no sonho, mas apenas lembro que ela estava lá. Teve uma hora, um dado momento no sonho que me senti um tanto constrangido. Foi quando estava enquadrando um conjunto de pedras um tanto bonitas até, e eis que Rutinha veio dar-me dicas, aproximando o rosto para ver o enquadramento... constrangeu. Outra hora interessante foi quando eu estava escorado em uma pedra, (esqueci de mencionar que o ambiente todo deste sonho era meio árido, como um deserto.) e o mais engraçado é que estava preso em um cinto de segurança. Na pedra mesmo. Mas até aí tudo bem, estava observando uma espécie de avião conceito, era um experimento na primeira decolagem, até que o bacana do piloto resolve fazer a merda de usufruir da vasta ínfima experiência em manobras para mostrar sua bacanisse ao público. Como disse antes, deu cocô. O aeroplano começou a balangar de um lado para o outro, sentido vertical de vetor de cima para baixo em "s". Mas em baixa velocidade pois era como um táxi, de locomoção de passageiros. Até porque tinha asas de no máximo uns 80 centímetros. E pior, vinha em minha direção. Lembrem-se que estou de cinto de segurança (?!). No balangar do bacana e na adrenalina tento "desencilhar" aquele maldito cinto de todas as maneiras possíveis até que depois de um "fino" do chão o avião sobe mas, cai. Estribucha on the floor. E eu com o cinto, mas como a minha sorte no sonho estava de bom humor, ele para sem feridos, todo estorado a dois metros de meus pés.
E eu com o cinto.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
...sonhei algo impossível
Sabe aquelas coisas que nunca iremos ver, ao menos no país onde nasci?
Pois é, não vou me delongar pois, só lembro de uma cena...
Estava um grupo de amigos, provavelmente os pinta sem importância no sonho e, eu, andando com um carro por uma rua, aparentemente a Júlio de Castilhos, e vimos cerca de umas duzentas pessoas por volta de uma loja de móveis (acho!), que se passava por um banco neste sonho. Essa loja fica perto de uma natação no final da rua. E todas estas pessoas estavam armadas até os dentes. Não eram três-oitões e nem calibre 12! Eram sim, UZI, AR-15, e espingardas de respeito. Não. A respeituda não estava...
Mas o engraçado, é que todas estas duzentas pessoas estavam rendidas por no máximo 5 gatos-pingados, ou melhor, 5 porcos-pingados de farda.
Com três-oitinhos.
Sonhar, não custa nada...
Pois é, não vou me delongar pois, só lembro de uma cena...
Estava um grupo de amigos, provavelmente os pinta sem importância no sonho e, eu, andando com um carro por uma rua, aparentemente a Júlio de Castilhos, e vimos cerca de umas duzentas pessoas por volta de uma loja de móveis (acho!), que se passava por um banco neste sonho. Essa loja fica perto de uma natação no final da rua. E todas estas pessoas estavam armadas até os dentes. Não eram três-oitões e nem calibre 12! Eram sim, UZI, AR-15, e espingardas de respeito. Não. A respeituda não estava...
Mas o engraçado, é que todas estas duzentas pessoas estavam rendidas por no máximo 5 gatos-pingados, ou melhor, 5 porcos-pingados de farda.
Com três-oitinhos.
Sonhar, não custa nada...
terça-feira, 12 de maio de 2009
...sonhei algo incrível.
Sabe aqueles filmes de mistério, em que não se sabe o que está acontecendo com as pessoas, estão todas estranhas, e é uma correria contra o tempo, sem saber o porquê?
Estava pior. No bom sentido.
Dentro das possibilidades e nos mííínimos detalhes, lhes conto algumas partes.
Era como se fosse uma fuga interminável, bem como um espião prestes a ser descoberto, a ser revelado. Não estava sozinho. Lembro de ter visto Rafaella e uma loira bonitassa, de respeito. Daquelas bem intelectuais. Fora uns pinta sem muita participação e importancia. Estava eu de terno, pois o local era de extremo requinte, que se assimila bastante ao filme 11, 12, ou 13 homens e alguma coisa que não é segredo pra ninguém. Naquele estilo. Bastante riqueza. Enfim, certa hora estou eu sentado ao lado esquerdo da loira respeituda, e ela com ar de desistência e receio, para não dizer pavor, diz: "Tenho que fugir..!" Naquela hora, no sonho, metaforicamente comecei a me cagar. Não a vi mais. Vencido pelo cagaço, comecei a procurá-la, mesmo não sabendo quem era ela e mais do que isso, a me procurar, pois não tinha a mínima noção do que estava fazendo lá. Se ela falou comigo, ao menos ela sabia de alguma coisa. De repente me vejo andando de um lado para o outro, em voltas, e tudo parece diferente a cada olhar. Coisa de perdido. Já estava com o paletó aberto, caminhando apressadamente e com um tubo na mão, onde eu tinha a noção de que servia para guardar um vinho ou chanpagne, dos caros. Uma garrafa. Um garçom, ou um maitre, que naquelas alturas garçom era coisa de boteco, olha e comenta algo para o outro, seguido de uma risada quieta. Interpretei como uma ofença, e entreguei a garrafa à ele e disse: "Tó. E vai trabalhar, vai!". Num momento seguinte estou me dirigindo aos meus aposentos, apressado e apreensivo, pois ora era cassino, ora supermercado, ora hotel zilhões de estrelas, e só entro no quarto dos outros, nunca no meu. Claro, quem tá perdido não sabe o que achar. Noutra hora, estou numa espécie de fuga dos seguranças, pois não sabia, e nem sei por que estava fugindo, até que certo momento nas portas dos fundos do local, eles me acham, e eis que vejo Rafaella que diz: "Peguem as bolinhas do terço!", e segue adiante sem parar de caminhar. Um dos homens, todos de terno escuro, coloca a mão num dos bolsos e tira um terço pequeno de bolas azuis, tipo cor calcinha e guarda. Senti que era aquilo que tinha que guardar. Bom, tinha. Mas sentia um certo alívio pois tinha certeza que as bolinhas eram de plástico, e de que Rafaella não tinha nada a ver com aquela trama. Como era do meu "time", por assim dizer, não senti preucupações maiores. Era como se dissesse aquilo somente para despistar. Funcionou, se era essa a finalidade. Segui então adiante, já fora do hotel supermercado com cara de cassino, e fui em direção à Rafaella, que tinha subido uma ladeira e dobrado à esquerda, numa estrada de chão, vicinal. Como queiram. Era noite e todos estavam, enfim, à minha espera.
A Rafaella.
Os pinta sem importância.
E a respeituda.
Estava pior. No bom sentido.
Dentro das possibilidades e nos mííínimos detalhes, lhes conto algumas partes.
Era como se fosse uma fuga interminável, bem como um espião prestes a ser descoberto, a ser revelado. Não estava sozinho. Lembro de ter visto Rafaella e uma loira bonitassa, de respeito. Daquelas bem intelectuais. Fora uns pinta sem muita participação e importancia. Estava eu de terno, pois o local era de extremo requinte, que se assimila bastante ao filme 11, 12, ou 13 homens e alguma coisa que não é segredo pra ninguém. Naquele estilo. Bastante riqueza. Enfim, certa hora estou eu sentado ao lado esquerdo da loira respeituda, e ela com ar de desistência e receio, para não dizer pavor, diz: "Tenho que fugir..!" Naquela hora, no sonho, metaforicamente comecei a me cagar. Não a vi mais. Vencido pelo cagaço, comecei a procurá-la, mesmo não sabendo quem era ela e mais do que isso, a me procurar, pois não tinha a mínima noção do que estava fazendo lá. Se ela falou comigo, ao menos ela sabia de alguma coisa. De repente me vejo andando de um lado para o outro, em voltas, e tudo parece diferente a cada olhar. Coisa de perdido. Já estava com o paletó aberto, caminhando apressadamente e com um tubo na mão, onde eu tinha a noção de que servia para guardar um vinho ou chanpagne, dos caros. Uma garrafa. Um garçom, ou um maitre, que naquelas alturas garçom era coisa de boteco, olha e comenta algo para o outro, seguido de uma risada quieta. Interpretei como uma ofença, e entreguei a garrafa à ele e disse: "Tó. E vai trabalhar, vai!". Num momento seguinte estou me dirigindo aos meus aposentos, apressado e apreensivo, pois ora era cassino, ora supermercado, ora hotel zilhões de estrelas, e só entro no quarto dos outros, nunca no meu. Claro, quem tá perdido não sabe o que achar. Noutra hora, estou numa espécie de fuga dos seguranças, pois não sabia, e nem sei por que estava fugindo, até que certo momento nas portas dos fundos do local, eles me acham, e eis que vejo Rafaella que diz: "Peguem as bolinhas do terço!", e segue adiante sem parar de caminhar. Um dos homens, todos de terno escuro, coloca a mão num dos bolsos e tira um terço pequeno de bolas azuis, tipo cor calcinha e guarda. Senti que era aquilo que tinha que guardar. Bom, tinha. Mas sentia um certo alívio pois tinha certeza que as bolinhas eram de plástico, e de que Rafaella não tinha nada a ver com aquela trama. Como era do meu "time", por assim dizer, não senti preucupações maiores. Era como se dissesse aquilo somente para despistar. Funcionou, se era essa a finalidade. Segui então adiante, já fora do hotel supermercado com cara de cassino, e fui em direção à Rafaella, que tinha subido uma ladeira e dobrado à esquerda, numa estrada de chão, vicinal. Como queiram. Era noite e todos estavam, enfim, à minha espera.
A Rafaella.
Os pinta sem importância.
E a respeituda.
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