terça-feira, 19 de maio de 2009

...sonhei algo impossível

Sabe aquelas coisas que nunca iremos ver, ao menos no país onde nasci?

Pois é, não vou me delongar pois, só lembro de uma cena...

Estava um grupo de amigos, provavelmente os pinta sem importância no sonho e, eu, andando com um carro por uma rua, aparentemente a Júlio de Castilhos, e vimos cerca de umas duzentas pessoas por volta de uma loja de móveis (acho!), que se passava por um banco neste sonho. Essa loja fica perto de uma natação no final da rua. E todas estas pessoas estavam armadas até os dentes. Não eram três-oitões e nem calibre 12! Eram sim, UZI, AR-15, e espingardas de respeito. Não. A respeituda não estava...

Mas o engraçado, é que todas estas duzentas pessoas estavam rendidas por no máximo 5 gatos-pingados, ou melhor, 5 porcos-pingados de farda.

Com três-oitinhos.

Sonhar, não custa nada...

terça-feira, 12 de maio de 2009

...sonhei algo incrível.

Sabe aqueles filmes de mistério, em que não se sabe o que está acontecendo com as pessoas, estão todas estranhas, e é uma correria contra o tempo, sem saber o porquê?



Estava pior. No bom sentido.



Dentro das possibilidades e nos mííínimos detalhes, lhes conto algumas partes.



Era como se fosse uma fuga interminável, bem como um espião prestes a ser descoberto, a ser revelado. Não estava sozinho. Lembro de ter visto Rafaella e uma loira bonitassa, de respeito. Daquelas bem intelectuais. Fora uns pinta sem muita participação e importancia. Estava eu de terno, pois o local era de extremo requinte, que se assimila bastante ao filme 11, 12, ou 13 homens e alguma coisa que não é segredo pra ninguém. Naquele estilo. Bastante riqueza. Enfim, certa hora estou eu sentado ao lado esquerdo da loira respeituda, e ela com ar de desistência e receio, para não dizer pavor, diz: "Tenho que fugir..!" Naquela hora, no sonho, metaforicamente comecei a me cagar. Não a vi mais. Vencido pelo cagaço, comecei a procurá-la, mesmo não sabendo quem era ela e mais do que isso, a me procurar, pois não tinha a mínima noção do que estava fazendo lá. Se ela falou comigo, ao menos ela sabia de alguma coisa. De repente me vejo andando de um lado para o outro, em voltas, e tudo parece diferente a cada olhar. Coisa de perdido. Já estava com o paletó aberto, caminhando apressadamente e com um tubo na mão, onde eu tinha a noção de que servia para guardar um vinho ou chanpagne, dos caros. Uma garrafa. Um garçom, ou um maitre, que naquelas alturas garçom era coisa de boteco, olha e comenta algo para o outro, seguido de uma risada quieta. Interpretei como uma ofença, e entreguei a garrafa à ele e disse: "Tó. E vai trabalhar, vai!". Num momento seguinte estou me dirigindo aos meus aposentos, apressado e apreensivo, pois ora era cassino, ora supermercado, ora hotel zilhões de estrelas, e só entro no quarto dos outros, nunca no meu. Claro, quem tá perdido não sabe o que achar. Noutra hora, estou numa espécie de fuga dos seguranças, pois não sabia, e nem sei por que estava fugindo, até que certo momento nas portas dos fundos do local, eles me acham, e eis que vejo Rafaella que diz: "Peguem as bolinhas do terço!", e segue adiante sem parar de caminhar. Um dos homens, todos de terno escuro, coloca a mão num dos bolsos e tira um terço pequeno de bolas azuis, tipo cor calcinha e guarda. Senti que era aquilo que tinha que guardar. Bom, tinha. Mas sentia um certo alívio pois tinha certeza que as bolinhas eram de plástico, e de que Rafaella não tinha nada a ver com aquela trama. Como era do meu "time", por assim dizer, não senti preucupações maiores. Era como se dissesse aquilo somente para despistar. Funcionou, se era essa a finalidade. Segui então adiante, já fora do hotel supermercado com cara de cassino, e fui em direção à Rafaella, que tinha subido uma ladeira e dobrado à esquerda, numa estrada de chão, vicinal. Como queiram. Era noite e todos estavam, enfim, à minha espera.



A Rafaella.



Os pinta sem importância.



E a respeituda.